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Relatos de concertos

Nesta secção listamos alguns relatos de concertos que fãs Portugueses testemunharam.


Período: Fã:

Duas noites de Lost Highway

Época: 2007/08: Lost Highway
Fã: Raquel Isidro

Lost Highway estava nas ruas e fazer sucesso, mas para bem dizer a verdade, mais do que a expectativa de músicas novas, importante era a nova tournée.

Nem que fosse um concerto – aqui, ali ou onde fosse – tentava fazer um esforço para poder vê-los. Anos anteriores, por imposição de um tal de concurso superior, não consegui ir a nenhum concerto, mas desta vez, finalmente, tinha conseguido juntar alguns trocos e disponibilidade.

O nervosismo aumentava na mesma proporção que aumentavam os rumores de novas datas. Acreditava que Portugal fosse local de paragem para a banda, ainda para mais com um festival de grandes dimensões a decorrer em Lisboa na mesma altura em que os Bon Jovi andavam pela Europa. A data não era, no entanto, confirmada e eu e a Cristina Martins, a minha companheira de outras andanças, lá nos decidimos pelo nosso destino: Barcelona, 1 de Junho.

Bilhetes do concerto comprados, datas de ida e volta estabelecidas, hotel reservado e nós prontas para nos darmos ao luxo de termos esta bela festa no Dia da Criança – um concerto dos Bon Jovi em terras catalãs.

Mas porque “as-forças-superiores” de certeza adivinhavam que um concerto não bastava para saciar esta sede de Bon Jovi, pouco tempo depois lá seria confirmada a data: Rock in Rio, Lisboa, 31 de Maio de 2008.

A verdade é que parece que foram ouvidas as preces de um país, onde os fãs da banda não paravam de pedir e fazer força para que tivessem direito a uma One Wild Night. 

A contagem de crescente começou e os dias passaram. Estava em Faro e poucos dias antes do concerto tinha voltado a viver em Lisboa e começado um estágio numa área diferente do que pensado seguir carreira. Por todos os motivos estava nervosa que nem uma pilha, mas aquele dia – o dia realmente importante, o dia do concerto – fez-me esquecer tudo.  

As horas de sequeiro à espera na fila, a inquietação de conseguir um lugar bom, o impasse de ganhar coragem (que não ganhei) para ir espreitar a banda ao hotel, as actuações que antecederam o grande concerto e, até, a expectativa de que o concerto deixasse perplexo quem ainda duvidava que os Bon Jovi estavam bem vivos e recomendavam-se, passaram aos primeiros acordes que denunciaram a entrada da banda em palco. 

Naquela noite de sábado – passados 13 anos da primeira vez em que, ainda-quase-de-fraldas, vi os Bon Jovi ao vivo – lá estava eu novamente a ver a minha banda a arrasar! Do concerto guardo memórias, mas não imagens pormenorizadas dos diferentes momentos. 

Guardo o meu arranque histérico do concerto – aquele primeiro momento em que a voz se vai de tanto gritar com a entrada da banda em palco; guardo a sensação de ouvir a “Whole lot of Leavin” e sentir uma ligeira e calma brisa na cara; guardo a loucura de ouvir os novos temas ao vivo, incluindo o “We Gotta Goin' On” e o momento em que o Jon desceu ao público e deixou toda a gente louca da vida!;  guardo a sensação de ouvir os “velhos” temas e vibrar com o “Livin’on a Prayer”; e, no final, guardo a sensação de uma felicidade imensa, inexplicável, compreendida apenas por quem partilha desta paixão! 

Mas desta vez, ao contrário do que aconteceu em 1995, quando no fim do concerto regressei ao Algarve – como uma criança de 10 anos triste por achar que nunca mais na vida iria voltar a ver os meus ídolos –, a minha jornada musical continuou. 

Escassas as horas de sono, pouco tempo depois a viagem continuou para Barcelona. A chegada a terras espanholas prometia um dia horrível, chuvoso e frio. Mas neste dia o Sol ganhou a batalha, assim como os Bon Jovi conquistaram um estádio cheio pelas costuras! Recordo-me de a setlist não diferenciar muito, mas ao contrário do que muita gente pensa, o que sentia em cada nova canção (mesmo que ouvida no dia anterior) era totalmente diferente!

No final do concerto (no qual até tive direito a uma das músicas que eu amo, amo, amo – a “Hey God”), o que apenas sentia era exactamente o que diz a canção de Elvis que interpretaram em Barcelona…“I can´t help falling in love with you”!

É certo que foram apenas dois concertos e a minha vontade de continuar de cidade em cidade com a banda era imensa, mas foram dois momentos que me fizeram sentir feliz, foram dois momentos que sempre que os relembro sinto como “meus”, foram dias em que me senti totalmente “Bon Jovi”…não sei ao certo como os descrever, mas sei que percebem o que sentimos, não sabem??

 

 



Melhores Momentos da One Wild Night Tour 2001

Época: 2001: One Wild Night
Fã: Raquel Isidro

A bem dizer a verdade, a história de 2001 começou um ano antes. Sem saber nem como nem porquê, eu e a Cristina lá conseguimos convencer as nossas mães a rumarem connosco a Londres. A 20 de Agosto de 2000, lá estávamos nós – inexperientes nestas andanças de tournées – a assistir ao derradeiro concerto dos Bon Jovi no antigo estádio de Wembley. Estar naquele estádio que repetidamente víamos na cassete do “Live from London ‘95” era um sonho e, afinal de contas, acabou por nos deixar um “bichinho” cá dentro… como era possível os Bon Jovi estarem na Europa, aqui tão perto de nós, e não os irmos ver pelo menos uma vez que fosse??

Pois é, e assim foi (até porque na época a conjuntura o permitia…lol)! No ano seguinte, e sedentas por uma “One Wild Night” o destino foi Paris e Colónia e as datas 18, 19 e 20 de Junho. Especiais estes concertos? Sem dúvida!! Inesquecíveis??

Na mente não guardo muitos pormenores (…uma característica minha que me enerva profundamente!!), mas no coração guardo todo o que senti naqueles dias!! Guardo a sensação de estar a poucos metros de distância dos meus grandes ídolos e vê-los mesmo ali, em carne e osso (afinal existiam mesmo!! Ahhhh!!!), guardo a sensação de fazer parte de uma grande festa, de uma grande família e de, mesmo a milhares de quilómetros de distância da minha terra, sentir-me tão bem como me sinto em minha casa!!
 

E fora dos concertos? Bem, fora dos concertos vivi alguns dos momentos mais mágicos de sempre!! Espreitem a secção "Meet&Greets" para ficaram a saber mais...

 

 

 

    

 



Estocolmo, Paris, Colónia e Estugarda 2001

Época: 2001: One Wild Night
Fã: Andreia Marques

ESTOCOLMO, SUÉCIA

31 MAIO 2001

 

Em 2001 a Rádio Comercial lançou um passatempo que ia levar quatro ouvintes ao primeiro concerto da One Wild Night Tour na Europa, em Estocolmo. Tinha concorrido com a Anabela e, na mesma semana em que fiz anos, soube que tínhamos ganho! Não podia ter prenda de anos melhor: após 6 longos anos de espera, desde o concerto de 95, ia vê-los novamente!

Finalmente chegou o grande dia! Depois de uma noite com apenas 3 horas de sono, partimos para Estocolmo! Quando chegámos tínhamos à nossa espera uma limousine, que nos conduziu ao hotel onde ficaríamos hospedadas. Vestimos as nossas Jovi T-shirts e dirigimo-nos rapidamente ao Stockholms Stadion, pois o concerto já estava a começar!

Quando chegámos ao estádio a Melanie C já estava a actuar. Fomos para a área reservada aos sócios do Backstage e ficámos na 2ª fila, do lado do David. Após a actuação da Melanie C, o palco começou a transformar-se, acabando por se tornar num enorme arranha-céus. Havia um écran gigante ao centro e dois mais pequenos dos lados.

Finalmente, por volta das 20h chegou o grande momento! Nos écrans gigantes, ao som da introdução do One Wild Night, começaram a ver-se imagens dos nossos rapazes num elevador, prontos para entrarem em acção! No centro do palco abriram-se duas portas e a banda apareceu, levando os fãs ao rubro! O começo não podia ser melhor, com um enérgico e entusiástico One Wild Night, seguindo-se o You Give Love A Bad Name. No It's My Life, o Jon dirigiu-se pela 1ª vez ao nosso lado e nós aproveitámos para erguer bem alto a bandeira portuguesa que a Bela tinha levado. O Jon viu a bandeira, sorriu e apontou para nós! Mal acreditámos no que nos estava a acontecer... Com o Keep The Faith surgiram os primeiros efeitos de pirotecnia do concerto, que ainda mal tinha começado. Seguiu-se o Livin' On A Prayer e o Born To Be My Baby, no qual o Jon se dirigiu novamente para nós e se inclinou para a frente, tentando cantar o mais próximo possível dos fãs.

Após o In These Arms e o Wild Is The Wind o Jon fez uns comentários sobre uns banners que se encontravam no lado do palco oposto ao nosso, dizendo que estavam presentes em Estocolmo vários países, como a Itália. A propósito de um outro banner, que aparentemente pedia que os Bon Jovi tocassem uma música, o Jon começou a cantá-la e o Richie a tocá-la durante um bocado (não conseguimos identificar qual era a música, mas não era dos Bon Jovi). Após esta breve brincadeira, ouviram-se os primeiros acordes do Captain Crash. A meio da canção o Jon e o Richie fingiram que estavam à procura do Captain Crash e da Beauty Queen From Mars no meio do público, quando de repente surgem nos écrans os próprios! De certeza que se tratava de duas pessoas contratadas para encarnarem os dois personagens, e fizeram-no na perfeição, pois tinham um aspecto realmente cómico e extravagante!

A este divertido momento seguiram-se Just Older e I Got The Girl, após os quais a banda sai do palco. O Tico e o Dave regressaram logo de seguida, para fazerem a introdução do Lay Your Hands On Me. Já com a banda toda em palco, e durante o solo de guitarra do Richie, o Jon viu no público uma T-shirt que dizia "Sambora 69" nas costas e pediu-a. Enquanto o Richie tocava, o Jon pôs-se por trás dele, mostrando a T-shirt e fazendo vénias. Após o I'll Sleep When I'm Dead, o Bad Medicine e o Shout, seguiu-se o 1º encore, com o que foi certamente o tema mais inesperado da noite: Homebound Train. Mais uma vez, o Jon dirigiu-se para o nosso lado (desta vez já sem os óculos de sol), e voltou a olhar para nós e para a nossa bandeira. Depois de Someday I'll Be Saturday Night, a banda sai novamente do palco. Durante o concerto, vários grupos de fãs iam entrando para os dois lados do palco, mantendo a tradição que já vem da tournée de 95. Desta vez não haviam os habituais bares, pelo que os fãs ficavam de pé. Algumas fãs mais atrevidas conseguiram mesmo dar uns beijos ao Jon e dançar com ele...
  

O 2º encore começou com o Say It Isn't So, ao qual se seguiu o Wanted Dead Or Alive, no qual o Jon deixou o público cantar a primeira parte da canção. O 3º e último encore presenteou os fãs com duas versões: Tequila e Twist & Shout. A banda estava divertidíssima e o Jon fartou-se de dançar, principalmente no Twist & Shout, em que fez uma dança completamente maluca, que deixou os fãs deliciados! Ao som dos últimos acordes de Twist & Shout surgiu um enorme fogo-de-artifício, que completava de forma perfeita uma noite simplesmente memorável! Com grande tristeza nossa, a banda reuniu-se no palco para agradecer e abandonou o palco, desta vez definitivamente... Antes de abandonarmos o estádio ainda conseguimos a setlist do concerto que, para grande surpresa nossa, trazia colada por trás a setlist do último concerto dos EUA (Albany, NY, 20 Maio 2001)!

Foi difícil adormecer, com todas aquelas emoções e imagens que fervilhavam na minha cabeça: os momentos em que o Jon olhou para nós e para a nossa bandeira e também um momento em que consegui captar a atenção do Hugh. Enquanto todas as atenções se dirigiam para o Jon e para o Richie, eu tentei chamar a atenção do Hugh, acenando-lhe e tentando de alguma forma dizer-lhe que ele também era importante para nós, os fãs. Ele viu-me e retribuiu com um enorme sorriso, ao mesmo tempo que fez uma expressão super-engraçada para mim. Fiquei um pouco embaraçada e super-feliz ao mesmo tempo, pois senti que ele tinha percebido o que lhe quis transmitir. Finalmente adormeci, pensando já nas emoções que esperavam por nós no dia seguinte, pois íamos ao hotel deles (ver aqui)

Antes de regressarmos a Portugal ainda fizemos alguns directos para a Rádio Comercial onde, no meio dos comentários do Pedro Marques, tivemos de cantar alguns refrões de músicas dos Bon Jovi. Também falámos do concerto, da ida ao hotel deles e dos concertos que ainda iríamos ver. Foi muito divertido! Ainda estivemos mais 2 dias em Estocolmo onde aproveitámos para passear e conhecer esta lindíssima cidade… Foi mesmo uma viagem inesquecível! E daí a 15 dias havia mais…

 

 

PARIS, FRANÇA


19 JUNHO 2001

 

Chegámos ao Pavilhão Bercy por volta das 6 da manhã. Não sabíamos onde era a entrada para os sócios do Backstage, por isso sentámo-nos ao pé de umas pessoas que lá estavam. Esperámos muitas horas e mudámos de sítio montes de vezes, pois cada vez que perguntávamos a alguém, diziam-nos uma coisa diferente. Quando finalmente entrámos lá para dentro conseguimos um lugar na primeira fila, em frente ao Richie. O palco estava tão perto de nós que quase parecia que lhes podíamos tocar. Era uma sensação incrível; num estádio era impossível estar tão perto deles!

A primeira parte, feita pelo Southside Johnny, foi muito divertida, mas o que queríamos realmente era Bon Jovi!!!! Eis que surgem as habituais imagens no écran gigante e eles entram em palco, causando uma histeria total! O concerto abriu com o One Wild Night e daí até ao fim foi uma loucura de concerto! Nós tínhamos levado duas bandeiras portuguesas e um banner, e escusado será dizer que eles repararam em nós! O Jon dançou com três fãs que estavam em cima do palco e deu um beijo a cada uma delas, que sortudas!!!! A banda estava em excelente forma e não abrandou um segundo até ao final do concerto. E no dia seguinte havia mais!

 
      

 

 

 

COLÓNIA, ALEMANHA
 

20 JUNHO 2001

 

Em 1999 eu tinha ganho um concurso do Backstage With Jon Bon Jovi, que premiou um fã de cada país com um Meet and Greet com o Jon. Uma vez que a banda não vinha a Portugal, escolhi o concerto de Colónia para o Meet & Greet, e levei comigo a Anabela!

Chegámos ao estádio perto das 18h, onde nos deram os tão desejados passes VIP. Entrámos para a área do backstage e esperámos à entrada dos balneários. Foi então que nos disseram que a banda já estava no estádio e que íamos conhecer o Jon dentro de poucos minutos. Quase nos deu uma coisa, pois estávamos à espera que o encontro fosse depois do concerto! Muito nervosas, arranjámos tudo o que trazíamos para assinar, preparámos as máquinas fotográficas e o que tínhamos levado para oferecer ao Jon: uma bandeira portuguesa. Disseram-nos então que o Jon se estava a preparar para o concerto e que ainda podíamos ir dar uma voltinha pelo backstage.

Fomos então até perto do palco, ver como era por trás. O pessoal da crew movimentava-se atarefadamente de um lado para o outro, a preparar tudo para o concerto. De um dos lados do palco existiam mil e um écrans, que captavam o palco e o público de vários ângulos. Tinham passado pouco mais de 10 minutos quando decidimos regressar para perto dos balneários. Ao lá chegarmos vimos o Dave a falar ao telemóvel. Assim que ele desligou o telemóvel, perguntaram-lhe se ele se importava de assinar uns autógrafos e tirar uma foto connosco. Ele acedeu e foi ter connosco, cumprimentando-nos com um aperto de mão. Quando dissemos que éramos de Portugal ele disse que não sabia falar português, mas que falava um bocadinho de espanhol. Assinou as nossas coisas e tirou fotos connosco, dizendo "Ah! Que sol maravilhoso!". Depois, entrou nos balneários...

Pouco depois, o Richie saiu dos balneários e perguntaram-lhe o mesmo que ao Dave. Ele dirigiu-se a nós, sorridente, e disse: "Hi! I'm Richie!", estendendo a mão para nos cumprimentar. Dissemos-lhe que tínhamos estado na noite anterior no concerto de Paris e que tínhamos adorado. Ele agradeceu e disse que o concerto nesse dia iria ser completamente diferente. Depois, assinou os nossos autógrafos e tirou as fotos connosco. Infelizmente, também ele regressou aos balneários...

Alguns minutos depois apareceu o Jon! Vinha descalço e trazia uma pequena toalha escura ao ombro. Nós dirigimo-nos a ele e ele deixou cair a toalha, apanhando-a logo de seguida. Perguntou-nos como é que estávamos e nós dissemos que estávamos óptimas. Perguntámos-lhe se ele nos podia assinar algumas coisas, ao que ele respondeu: "Everything you want!". Primeiro assinou as coisas da Anabela e depois foi a minha vez! Dei-lhe a capa do meu vinil do New Jersey (onde também já tinha as assinaturas do Dave e do Richie) e pedi-lhe para escrever "To Andreia". Ele escreveu "To Andrea", mas eu não me importei! Depois, eu e a Anabela demos-lhe a bandeira de Portugal que tínhamos comprado para lhe dar e dissemos que era para ele se lembrar de Portugal na próxima tournée. A bandeira estava dobrada (pois era muito grande), e ele desdobrou-a um pouco e perguntou-nos se éramos nós que tínhamos estado noutros concertos a acenar bandeiras daquelas... ele lembrava-se!!! Ainda lhe entreguei uma carta que a Letícia tinha escrito para ele e ele agradeceu. Depois, seguiram-se as fotos e ele agarrou-nos às duas ao mesmo tempo! Despedimo-nos dele com um abraço e ele disse: "Enjoy the show!". Ele entrou novamente para os balneários e tivemos que sair dali, pois já não faltava muito para o concerto começar... Estávamos em transe e não acreditávamos no que nos tinha acontecido! Foi fantástico e eles são realmente muito especiais... Só tive pena de não ter estado com o Tico e o Hugh, mas tivemos imensa sorte!

Ficámos ainda um pouco na parte de trás do palco, para os vermos entrar. Vimo-los a sair dos balneários e subirem por uma rampa para a parte traseira do palco, todos em fila. O Jon vinha aos saltos, para aquecer melhor! Assim que eles desapareceram fomos para a parte da frente, no momento em que começou a passar o vídeo introdutório nos écrans gigantes. Vimos a banda entrar em palco e a tocar o One Wild Night e preparámo-nos para subir ao palco (também fazia parte do prémio. Deram-nos a setlist e subimos ao palco antes do In These Arms começar e ficámos lá durante 3 canções (In These Arms, It's My Life e Always). Estávamos do lado do Dave, mas ele infelizmente tocou sempre de costas para nós... o Hugh é que estava sempre a rir e a fazer caretas para os fãs que estavam do nosso lado e penso que ele até nos reconheceu, pois olhou para nós e fez uma cara de como quem diz: "Vocês por aqui?". Durante o In These Arms aconteceu uma cena inesquecível: o Jon aproximou-se de nós e encostou a cabeça à testa da Anabela, cantando para ela e depois deu-lhe um beijo! Eu ainda tentei aproximar-me para receber um também, mas ele voltou para o centro do palco... O resto do concerto foi demais, mas nada podia superar o que vivemos nos bastidores e em cima do palco…. INESQUECÍVEL!!!! E ainda tínhamos mais um concerto pela frente…

 

 

Estugarda, ALEMANHA
 

22.06.2001

 

Acordámos bem cedo e fomos para o local do concerto que não era um estádio, mas sim um enorme recinto. Fomos para a entrada dos sócios do Backstage e, algumas horas depois, entrámos e conseguimos um lugar na primeira fila! Vimos um rapaz da crew com algumas pulseiras para o palco e conseguimos duas pulseiras!!! O concerto finalmente começou e nós preparámo-nos para subir ao palco pela segunda vez, novamente do lado do Dave. Fomos no primeiro grupo e desta vez assistimos ao In These Arms, It's My Life e Born To Be My Baby. O Dave estava novamente de costas para nós (que pena), mas o Hugh, desta vez, foi ter connosco algumas vezes e distribuiu alguns beijinhos pelas meninas, incluindo eu!! O Jon foi várias vezes para o nosso lado e nós conseguimos tocar-lhe. Infelizmente, neste concerto ele não dançou com ninguém, nem deu beijos... Quando descemos, disse adeus ao Hugh, que acenou muito sorridente. Desta vez ele reconheceu-nos mesmo...

Assistimos ao resto do concerto cá em baixo, já sentindo alguma tristeza por ser o nosso último concerto desta tourné. A certa altura, o Jon fez um comentário sobre o comboio que passava ao lado do recinto. Eles disse que tinha estado o concerto todo a ver os comboios a passar e que o fazia lembrar de uma música de um cantor (ele disse o nome, mas não me lembro). Então, ele começou a cantar a música, com uma voz rouca, tentando imitar o cantor. Depois, tocaram o Mystery Train... Inesperadamente, e ao contrário dos concertos anteriores, não tocaram o Tequilla nem o Twist N' Shout; em vez disso, acabaram o concerto com o I'll Be There For You. Como muita tristeza vi-os partir e despedi-me desta tour… para a próxima havia mais!

 



 

 
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